Do 4G ao P - Blog de Peso
   



BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Informática e Internet, tags:jornalismo, obesidade, moda
   
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    O SUS e a oportunidade nacional

    Logo SUSA polêmica sobre a importação de médicos para o Brasil é reflexo de uma questão complexa. Vários pontos podem e devem ser debatidos dentro do contexto da saúde pública e de uma política pública social ampla que envolve tanto educação, saúde, judiciário, mercado e estratégia nacional de crescimento.

    O primeiro fator claro é que o médico, pela importância de sua profissão, não tem interesse em ser servidor público, trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS). Por uma conta simples, é fácil chegar à conclusão de que o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser o de um recém-formado em Medicina. Caso o profissional atenda 10 pacientes por dia de segunda a sexta-feira cobrando 100 reais a consulta, no final do mês terá o rendimento de 20 mil reais. É uma realidade diferenciada no Brasil.

    Sendo assim, o interesse pelo serviço público considerando a remuneração, estrutura e desgastes emocional e físico é pouco. Aliado a isso uma ausência de plano de carreira e o fato de que o rendimento tende a aumentar de acordo com a experiência e reputação.

    O segundo ponto é, consequentemente, a proteção de mercado. A vinda de médicos estrangeiros gera desconforto e pode mudar a imagem da opinião pública em relação ao profissional. Uma das propostas que trago é  inclusão de uma cláusula no edital de vestibulares não apenas para Medicina, mas para todos os cursos em Centros de Ensino Superior Públicos e contratos de financiamento de estudo público. “Ao final do curso, para recebimento do diploma, o aluno deverá trabalhar por dois anos em sua formação profissional  no serviço público. Caso não cumpra esse item deverá reembolsar o valor do curso mediante tabela determinada”.

    O vestibulando saberia que o retorno à sociedade do investimento em sua formação é requisito para o diploma. Não só a área da saúde como Direito, Engenharia, cursos de educação, assistência social, entre outros, seriam contemplados. Ao mesmo tempo os serviços públicos seriam qualificados, os profissionais teriam a oportunidade do primeiro emprego e o investimento em estrutura seria a contrapartida dos setores públicos que solicitassem os profissionais. O tempo de dois anos favorece o profissional a avaliar a possibilidade de criar raízes onde está lotado.

    Exemplificando na saúde: o médico, enfermeiro, farmacêutico, psicólogo ou outro profissional seria solicitado para determinado serviço em um município mediante  fiscalização de órgão público competente (ministério, secretaria estadual) da estrutura fornecida e do histórico de pagamento em dia aos servidores. A Secretaria Municipal de Saúde solicita um médico e apresenta a policlínica, unidade básica de saúde ou hospital estruturados. O investimento do Poder Público em estrutura através de programas como o mineiro ProHosp é essencial para execução dessa política pública de saúde e de estruturação nacional.

    Outra vantagem seria a visão dos três níveis de atenção à saúde e não apenas da visão centrada no hospital, mas também na atenção primária e secundária. No Judiciário, as defensorias públicas seriam beneficiadas. Escolas teriam professores em áreas do conhecimento que são carentes.

    O intercâmbio com profissionais de outros países é tão necessário quanto a garantia de que o cidadão brasileiro será bem atendido.  Ilustrando: em Belo Horizonte, é praticamente impossível ficar menos de 3 horas para ser atendido por pediatras mesmo com plano de saúde.

    É preciso ver esse momento como oportunidade para discutir a formação profissional, o mercado de trabalho e os serviços públicos de forma ampla e a saúde como ponto de partida estratégico para isso. O boicote à vinda de profissionais como proposto por alguns conselhos regionais de medicina beira o crime contra a saúde pública.

    A discussão sobre ações e políticas deve ser contínua e considerar diversas variáveis. Solucionar problema complexo de forma simples é, quase sempre, uma forma grosseira de errar e desperdiçar oportunidade.

    Leia mais:Conselho médico diz que irá à polícia contra profissionais cubanos

    Médico espanhol se diz constrangido com reação negativa de brasileiros

    Governo federal ameaça levar conselhos regionais à Justiça  

    Educação básica terá programa

    Cremepe não dará registro a médico estrangeiro sem a realização do Revalida

    TAGS: SUS, Medicina, universidade, educação, saúde, médicos, Cuba



    Escrito por Leandro Heringer às 11h08
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    Galo e o marketing do gado

     

    O Atlético Mineiro foi campeão mineiro, da Libertadores, bateu recorde de bilheteria com 14 milhões de reais. Fatos que mostram a força do Clube e de sua torcida.

    Contudo, a alegria das conquistas não deve ofuscar a confusão e o desrespeito ao maior bem de um clube:a torcida (texto no site da Fifa sobre o Galo). Apostando no “marketing de gado” o clube não disponibiliza facilidades para aquisição de ingresso. A Imagem de atleticanos dias antes do início das vendas da final do torneio continental mostra a realidade dúbia: consciência do tratamento inadequado ao torcedor e esperteza de cambistas que se misturam aos apaixonados. A não disponibilização de compra online através do registro de número dos programas de sócio torcedor e/ou CPF demonstra total desrepeito com o torcedor. Outro fator preocupante, inclusive por questão de segurança, é a venda de ingresso apenas em dinheiro. Não era permitido cheque nem cartões de débito ou crédito. Mais uma falta de visão para potenciais parceiros.

    Os programas de sócio-torcedor do Clube Atlético Mineiro não proporcionam tantas facilidades quanto de outros clubes. Na categoria Galo na Veia Black, não se inclui estacionamento por exemplo. Já na categoria Prata, o único benefício é uma fila exclusiva no dia anterior ao início das vendas gerais.

    A título de comparação com outro mercado, percebe-se o atraso no tratamento com o torcedor. Quando um brasileiro vai a Buenos Aires, há a possibilidade de comprar pacotes internacionais que oferecem traslado ida e volta do hotel ao estádio, tour pelo museu do Boca, ingressos e até bater pênalti no famoso estádio. Isso ao custo de 200 dólares.

    Por valor similar (400 reais), ingresso no Independência não inclui nem estacionamento. Isso mostra a falta de visão de relacionamento do clube e do gestor do estádio com os torcedores/consumidores. No próprio Mineirão, há camarotes no valor de 120 mil reais anuais e, embora haja conforto no estádio, não há nenhum tratamento diferenciado. Por exemplo, um ônibus leito que busque os torcedores e ofereça “comes e bebes”,publicações dos patrocinadores, eventos vips, entre outras estratégias de marketing de relacionamento.

    Em tempos de lei seca, seria interessante este “mimo”. Uma empresa, por exemplo Volkswagen, poderia oferecer o transporte personalizado e convites para eventos que tivesse interesse em atrair o público específico.

    Infelizmente, o marketing de relacionamento com o torcedor é praticamente inexistente, principalmente em se tratando de Minas Arena e Clube Atlético Mineiro. A própria diversidade de produtos licenciados é muito baixa considerando-se os diversos públicos (bebês, infantil, masculino, feminino e em suas divisões de renda).

    Sem querer esgotar o tema, mas pretendendo abrir uma discussão, ficam as críticas à falta de visão e ação na relação clube x torcida. Já a relação torcida x clube, essa dispensa comentários.

    Leia mais:

    Galo, grandeza que vai além dos troféus

    Sócio-torcedor do Atlético-MG supera expectativas e já gera R$ 700 mil

    Top 10 clubes com mais sócios-torcedores do Brasil

    Tags: Galo, sócio torcedor, Atlético Mineiro

     

     

     

     

     



    Escrito por Leandro Heringer às 12h21
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    Manifestação de quem?

    As recentes manifestações em algumas capitais brasileiras tomaram dimensão enorme. Às vezes, dá a impressão de que estamos em guerra civil. Interessante que afeta tanto governos estaduais tucanos quanto ligados à presidenta. Quem ganha com isso? O Brasil?A população?Certamente, não. Algum grupo político -utilizando estratégias de manobra de pessoas com boas intenções-  tentando tirar proveito de um grande evento e de um momento econômico não favorável (mundial com reflexos nacionais) para barganhar favores e solicitações é a melhor opção de resposta.

    As vaias à presidenta lembraram as vais a Lula em 2007. Mas, em um evento bem maior. Manifestar politicamente contra governantes, políticas públicas e pressionar por direitos é parte da democracia. Contudo, será que esse é o momento mais oportuno? Primeiramente, questiono se os mesmos que vaiam foram os que elegeram esses governantes. Em segundo momento, por que não houve manifestação quando o Brasil foi escolhido para ser sede da Copa ou na inauguração dos estádios?Todavia, logo após sair a consolidação da tendência de queda de popularidade - mesmo ainda sendo eleita em primeiro turno- de Dilma.

    Na Folha de ontem, houve matéria que deve ser lida sobre recrutamento de punks por partido político para manifestações. Não há uma bandeira, um movimento claro, uma reivindicação explícita nessas manifestações. O uso de vandalismo e ataques a sites dá uma cara de guerrilha fora de contexto. Sim, fora de contexto porque estamos em uma democracia. Não estamos em guerra civil. Aqui não é Primavera de nada, mas oportunismo de sempre. Cidadão é um conceito, vândalo outro e deve estar na cadeia.

    Encher caixa de emails de vereadores, deputados, senadores, governadores e da presidente com reivindicações. Manifestações pacíficas -não atreladas a jogos e não prejudiando quem é tão cidadão quanto e quer apenas ver o jogo pelo qual pagou. Criação de movimento nas redes sociais para estar nos tren topics, videos no youtube demonstrando algum descaso - tática encorajada inclusive por emissoras de tevê. Essas são algumas sugestões de legítimos movimentos político-sociais não partidários que podem ser utilizados no cotidiano sem ser massa de manobra política-partidária nem prejudicar a imagem de um país. 

    Mais notícias:Protesto em Ribeirão das Neves , Protestos no Brasil

    Tags: DIlma, vaias, vandalismo, Brasil, Copa, orgulho de ser brasileiro, democracia, psol recurta punks, Folha



    Escrito por Leandro Heringer às 09h18
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    Entrevista Pedra Letícia

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    Fã da banda goiana Pedra Letícia, republico entrevista feita em 2010. Amanhã, haverá show do grupo no Sesc Palladium em BH.

    Pedra Letícia/DivulgaçãoA banda goiana Pedra Letícia, formada por Fabiano Cambota, (Voz, Violão, Craviola e Pandeiro),Thiago Sestini: (Percussão) e Fabianinho (Voz e Baixo) fez sucesso com o vídeo da música “Como ocê pôde abandoná eu” no Youtube. Adeptos da Internet, os músicos usam a rede mundial de computadores para divulgar shows e músicas através de redes sociais como o Twitter. Gravaram DVD, em Curitiba. Conterrâneos protestaram.

    Nesta entrevista, concedida por e-mail,falam sobre comparação com a banda “Mamonas Assassinas”, repercussão da música 'Eu não toco Raul”, internet, público infantil, sertanejos de Goiânia, entre outros temas.A propósito, o álbum ao vivo e sem cortes está disponível no site www.pedraleticia.com.br gratuitamente.

    O humor crítico, inteligente e escrachado do grupo gera comparações com os Mamonas Assassinas. Como lidam com essa comparação?

    Acho que depende um pouco de como a comparação é feita, mas acaba sendo natural. Todo mundo que se propuser a fazer humor com rock vai ser comparado, né? Apesar de também termos sido fãs dos Mamonas, acho só que nosso som e nossa proposta acaba se assemelhando mais ao humor dos anos 80. Aquela fase de Ultraje, língua de Trapo, Léo Jayme. Quando as pessoas assistem ao nosso show, as comparações diminuem bastante também, porque percebem que há uma diferença bem grande.

    No Twitter, vocês já manifestaram irritação com algumas matérias que os classificavam como “impróprios” para crianças. Como lidam com as críticas?Qual a avaliação vocês fazem das suas letras para crianças?

    A gente não escreve músicas pra crianças, não fizemos um cd pensando nelas. Mas aconteceu de elas gostarem e começarem a formar um público inesperado nos nossos shows. Acho que por causa da alegria e da energia. Por isso, quando o show é aberto a qualquer idade, a gente poupa todos os palavrões pra que não seja ofensivo. Acho que os palavrões é que são graves, porque as crianças reproduzem isso em casa. Agora, criticar os temas das músicas é ridículo porque elas sequer entendem o teor das letras. Dizer que o nosso show é impróprio é irresponsabilidade de quem nunca nos viu nos palcos. Nossos shows são recheados de músicas bobinhas que não ofendem ninguém. Vejo na platéia um grande número de pais e filhos juntos, em qualquer idade. Vejo pais com 40 e filhos com 15, pais com 35 e filhos com 10 anos. E sempre questiono se o show foi ofensivo em algum momento. A gente cuida do nosso público. Nós queremos ser divertidos, mas nunca apelamos pra sermos assim.

    A Internet ajudou a divulgá-los com o clipe “Como ocê pôde abandonar eu”, fazem divulgação de agendas pelo site bem como de música pelo Twitter.Como vêm a relação entre Internet e música?

    A Internet tem dado muito suporte às bandas que não tinham onde divulgar seus trabalhos. Pelo fato de ser um meio democrático, acaba privilegiando o bom trabalho, que se sobressai por ele mesmo e não por força de divulgação ou veiculação forçada. Além de ser um meio no qual você escuta a música ativamente, ou seja, ou ouvinte é que vai atrás do que quer escutar. Hoje, mesmo tendo gravado o cd por uma grande gravadora, a gente percebeu que nosso público tá em peso na internet e não poderíamos abandonar esse barco. Ao mesmo tempo em que a gravadora luta por uma divulgação, a gente mantém nosso ritmo de trabalho pelos sites de relacionamento, pelo nosso site e por todos os meios que nos aproximam de quem curte nosso som. Goiânia tem movimento forte de rock, mas ficou relacionada à música sertaneja.

    Fabiano CambotaEm “Camioneta Zera”, fazem desabafo sobre a situação?

    Um pouco de desabafo sim, mas nada raivoso, nada rancoroso, sabe. Nossa cidade, mais do que um celeiro da música sertaneja ou do rock, é uma metrópole das misturas. A mesma galera que assiste a um show de dupla famosa vai ao underground de rock. Acontece que acabamos exportando demais só o sertanejo, o que criou um estereótipo de habitante pra nossa capital. Sinceramente, digo que não condiz com a realidade. Somos multiculturais. O que queremos é levar uma imagem pra fora de Goiás, que muita gente – que se parece com nós mesmos – gostaria de expor ao resto do Brasil. Caminhoneta é uma brincadeira, como sempre, mas que procura atingir muito mais a imagem que nos deram foram do nosso Estado, do que atingir exatamente nossos conterrâneos e a nossa cultura tradicional.

    Juliana Paes e Alinne Moraes são as musas do grupo? Quem seria a Creuza?

    A banda tem várias musas na verdade. Lembre-se que Juliana Paes e Alinne Moraes além de musas, são boas rimas também (risos). Imaginando, num surto de pretensão, que o nosso cd poderia ser um épico, a Creuza seria a baranga do Carlão, que tem uma Caminhoneta Zera, que Como que pôde abandoná ele, que não toca Raul, é um travesti, o traiu em plena lua de mel, agora tá na seca e pratica a filosofia de anos atrás. Viu, com boa dose de imaginação – e presunção - podemos ser o Rush do cerrado

    “Eu não toco Raul” já causou problemas com fãs do cantor?

    Sim, ainda causa um pouco. Aos que criticam a música por acharem que eu ofendi o cantor na letra, eu pergunto: se você não conseguiu compreender uma letra banal como essa, como você se diz fã do Raul cujas letras eram muito mais complexas?? Eu não critico o Raul na música, aliás adoro Raul, que tinha um rock muito bem humorado. Eu critico exatamente o fã doentio, e olha que nem é uma crítica mesmo, é uma piada, levinha.

    Vocês dizem que “casamento é uma mera troca de anéis” e aconselham para “pegar uma baranga, dizer que a ama...”.

    Sim, são dois conceitos bem distintos, né? O primeiro é só uma brincadeira com esse tabu que os homens criaram com o sexo anal. Na verdade quem criou foi o homem mesmo, porque a mulher sabe que o buraco é mais em cima. Mas, a gente nunca se satisfaz. A gente sempre quer mais. Como não sei qual é a sensação me arrisquei a escrever um pedido singelo, mas sem forçar a barra. Se dói ou não, se machuca ou não, eu não tenho conhecimento de causa, mas pedir com carinho tá no nosso roteiro de vida.

    De onde vem o nome da banda?

    Na verdade o nome da banda não tem significado nenhum, é só um amontoado de letras. Mas surgiu de uma brincadeira dos Trapalhões cantando errado uma música do João Bosco. Enquanto a música certa dizia Minha Pedra é Ametista, o Didi cantava minha Pedra Letícia, só isso, sem subliminares

    Como foi a reação do público goiano à gravação do DVD em Curitiba?Por que a capital paranaense?

    A galera em Goiânia ficou chateada, mas no começo nós também ficamos, porque a idéia inicial era gravar em Goiânia, mas não recebemos apoio de rádio nem patrocínio nenhum, além de ficarmos com a obrigação de organizar todo o show. Em Curitiba, tudo isso apareceu muito rápido. E acabou casando com uma idéia fixa que tínhamos de homenagear o Paraná que sempre nos apoiou tanto. Mas era nossa primeira vez em Curitiba e gerava um frio na barriga, que acho que só fez com que fosse mais maravilhoso ainda. Acabou servindo também pra mostrar que deixamos de ser uma banda meramente regional e estamos conseguindo, com muito custo, atingir outros centros, mesmo devagarzinho. O show lotou, foi emocionante. Agora, não esquecemos nossa casa não, nós estamos devendo um belo show em Goiânia, mas em respeito exclusivamente aos nossos fãs e amigos que sempre estão lá. Porque apoio mesmo é Goiânia que nos deve.

    Qual a avaliação fazem do show de Curitiba?

    Mesmo com toda a tensão que gerou a expectativa de gravar o primeiro DVD, numa cidade onde nunca havíamos tocado, tudo saiu com uma perfeição incrível. Toda a equipe técnica está de parabéns. Nada deu errado, não refizemos praticamente nada no show, e mexeremos o mínimo no estúdio. Queremos que chegue ao DVD exatamente o clima que sentimos aquele dia, mesmo com pequenos erros que possam eventualmente ter acontecido. Foi inesquecível. E Curitiba agora faz parte das nossas vidas.

    Qual pergunta não agüentam mais responder?Fiquem à vontade para citar alguma feita acima.

    Fique tranqüilo, as perguntas foram muito boas mesmo. Legal poder responder coisas que não são óbvias e nas quais a gente pode falar sério, mesmo brincando. A gente ainda tá só começando e queremos ficar por um bom tempo, queremos ir a lugares onde não fomos e agregar pessoas à nossa proposta, Valeu pela ajuda na divulgação. Se houve uma única ressalva é quanto à pergunta “De onde vem o nome da banda?”. Rsrsrs. Mas em todo lugar nos perguntam isso, normal. Rsrs. Valeu de verdade...

    Tags:Rock, Goiânia, Pedra Letícia, humor, Raul



      09/09/2010 21:06 - publicado por Leandro Heringer  [ Alterar ]   [ Excluir ]  

    Entrevistas

    A partir de amanhã, nosso blog terá entrevistas diversas com referências e profissionais de diferentes áreas. A banda goiana de rock Pedra Letícia, sucesso no Youtube, concedeu entrevista na época do lançamento de seu DVD.Divertidos, irreverentes e inteligentes foram solícitos num bate papo virtual descontraído. Vale a pena conferir!

    tags:entrevista, pedra letícia




    Escrito por Leandro Heringer às 13h05
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    Celebrando 5 anos com estilo


    O post de hoje é especial por alguns motivos. Primeiro, celebra 5 anos de um reinício. Em 2008, estava no Hospital São José com a competente equipe do dr. Sérgio Fiúza sendo operado pela técnica fobi capela.

     

    Assim, reconheci que a mudança no meu estilo de vida era necessária. Nada mais de perder tempo de minha juventude vivendo de uma forma que me impossibilitava conquistar objetivos que eu realmente desejava. A imagem do espelho não refletia a que eu tinha de mim: atleta, disposto e feliz.

     

    O essencial foi ter mudado o estilo de vida. Passado a ser mais positivo, atuante, ver que o fundamental é priorizar a mim mesmo. Vivo dizendo que se não funcionamos bem, o serviço não funciona, namoro emperra e não podemos ajudar as pessoas que amamos.

     

    Voltar a caber em roupas de marcas que não podia usar foi uma grande vitória e realização. Ter a certeza de que se a roupa não ficou bem, o problema é com ela, ja que o modelo está show - modéstia às favas, não tem preço. Dessa forma, chego ao segundo motivo da especificidade deste post. Ele é multimídia. Confira abaixo foto (Blusa 4G do Galo e G juvenil do Brasil) e um vídeo especial.

     

                              

     



    Escrito por Leandro Heringer às 18h07
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    Emagrecer com saúde

    Um fato para que me preparei na cirurgia foi saber que sairia da mesa de cirurgia com o mesmo peso que entrei. Muito se fala sobre o emagrecimento rápido que a cirurgia pode proporcionar.Nos dois primeiros meses eliminei pouco mais de 20 quilos. A perda depende de cada corpo. Cada um tem uma reação e uma velocidade.

    O respeito ao corpo e aos limites dele é fundamental. A relação se torna, por mais estranho que pareça, mais íntima. Você ajuda seu corpo e ele te ajuda.Ao ser liberado, após 3 meses, comecei a ir à academia. Via que muitos olhavam assustados aquele cara com 95 quilos feliz na esteira. Fiz da atividade física uma aliada. Após 9 meses de academia, fiz a plástica no abdomen. A famosa abdominoplastia. A partir de então, adotei o pilates e adorei.

    Contudo, a reeducação alimentar é essencial bem como a atividade aeróbica com acompanhamento profissional. Com a perda de peso acentuada, média de 4 quilos por mês, perde-se também músculo, portanto, o acompanhamento médico é primordial.Construir o corpo que se deseja e manter a saúde exige disciplina. Ao perceber que estou extrapolando, já vejo fotos antigas e me motivo a voltar a malhar.

    Mais que o emagrecimento, certamente mais rápido que outros métodos, o relevante é aliar a auto estima elevada, o corpo novo com a saúde. Como prometi no último posto, segue foto atual. 

    atividade fisica e saude



    Escrito por Leandro Heringer às 17h29
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    Redução de estômago 5 anos depois...

    Olá, este título do "4G ao P" refere-se à numeração de roupas usadas pelo autor do blog nos últimos anos.Pensei em colocar o título como blog do gordo ou blog do obeso. Mesmo porque penso que obesidade não é só peso, mas doença e estado de espírito. Bem, o objetivo não é falar com pretensões científicas, mas relatar um pouco da história de um obeso que fez redução de estômago.Não sou patrocinado por médicos, instituições ou nada do gênero, mas gostaria de ter um espaço de interação sobre o tema. De toda forma, bem vindos ao "4G ao P".

    Nesta semana, mais precisamente dia 31, faz cinco anos que me submeti à cirurgia bariátrica. A popular "redução de estômago". Em 2008, com o endereço 4gaop.zip.net, criei o blog para falar desta experiência.Muitos outros assuntos correlatos - como vaidade masculina, moda, alimentação- e outros independentes- política, esportes- foram abordados.

    Agora, faço um balanço mais apropriado da cirurgia. Há 5 anos, estava com 125 quilos. Hoje, estou com 74 após emagrecer até 62. De acordo com médicos com quem conversei, é normal retomar entre 10 e 15% do peso perdido.  Sendo assim, apesar de estar "bem na fita' ainda continuo na luta contra a balança.

    Alguns fatos são mais claros para mim hoje. A mudança de vida com atividade física e reeducação alimentar são fundamentais para o sucesso do pós-cirúrgico. A consciência de que ansiedade e stress prejudicam minha saúde é de suma importância. A reação a essas situações não pode ser a saída na comida. Comer deve ser um prazer, não uma fuga psicológica. Nos próximos dias, continuarei abordando o tema. Fiquem à vontade para comentar, compartilhar e perguntar.

    A foto ao lado mostra um mês após a cirurgia em em março de 2010. Amanhã, foto atual.



    Escrito por Leandro Heringer às 12h34
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    Lupo, Nike, Adidas e os novos contratos

    Neste mês de dezembro, alguns times de futebol no Brasil anunciaram contratos com fornecedores de material esportivo. O Corinthians renovou com a Nike por 16 milhões de dólares por ano. O Flamengo com a Adidas por 36 milhões de reais anuais. O São Paulo com a Penalty por 34 milhões por temporada. O Atlético Mineiro, após negociações com Nike e Penalty, surpreendeu e anunciou contrato por 12,5 milhões por ano com a Lupo.


    A primeira diferença que vemos entre os contratos dos times do eixo Rio-São Paulo são os valores. Podem ser considerados os mercados diferenciados em que as agremiações estão inseridas, a exposição nacional e internacional e até o tamanho das torcidas por pesquisas. Mas, não é só essa a diferença. Os parceiros anunciados, principalmente, Nike e Adidas agregam valor às marcas dos times e proporcionam aumento de interesse no material esportivo e visibilidade internacional.
    O atual campeão mundial pode ter a imagem trabalhada através do marketing como a empresa americana fez

     antes do torneio intercontinental. O time carioca está, pro contrato, entre os “Top 5” da empresa alemã, ao lado de Real Madri e Milan, por exemplo.
    O time mineiro receberá menos que o Inter de Porto Alegre com a Reebok e, a meu ver, perde a oportunidade de no ano em que volta a ser destaque esportivo - pelos títulos estaduais em todas as categorias, o vice nacional tanto no principal quanto na Copa do Brasil sub-20 e por ter um craque internacional como Ronaldinho Gaúcho- ter maior destaque com escolha de um parceiro estratégico.


    Fato é que o Atlético Mineiro, em termos de público por capacidade de estádio, foi o primeiro no Brasileirão 2012, teve maior arrecadação em jogos em casa e grande participação no pay-per-view. Esses dados mostram que seus fãs realmente torcem e consomem produtos do clube. Seria perfeitamente possível trabalhar venda de material esportivo e parceria com outras empresas interessadas.


    Ser o carro-chefe de uma empresa de material esportivo com pouca representatividade, para mim, tende a ser mais interessante para a empresa do que para o próprio clube. O Galo agrega mais valor À Lupo do que ao contrário. A se ver o potencial de pontos de distribuição, promoção, propaganda, produto e mobilização das pessoas da Lupo.


    É claro que o atleticano consumirá o “manto”, contudo, comercialmente é sempre necessário questionar e lembrar que os times acima possuem um departamento voltado para o marketing, enquanto o time mineiro desfez o seu.

    Tags: Atlético Mineiro, Galo, Corinthians, Timão, Flamengo, Nike, Lupo, Adidas



    Escrito por Leandro Heringer às 13h11
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    O mundo enlouqueceu!

    O Corinthians é bicampeão mundial. Após a conquista da Libertadores de forma invicta o time do Parque São Jorge conquista o mundial sem sofrer um gol. Dois jogos e duas vitórias por 1 x0. Bem ao estilo deste time. O peruano Guerrero foi o herói marcando os gols da equipe no torneio.

    Alguns marcos que resultaram nesta conquista. Primeiro, a contratação de Ronaldo que levou a marca Corinthians a outro patamar e resultou na conquista da Copa do Brasil. Depois, a eliminação pelo Tolima na Libertadores 2010 que resultou no fim da etapa do clube de medalhões vencedores. A manutenção do técnico em decisão diferenciada no Brasil.

    Resultado foi a conquista do Brasileirão de 2011 e a campanha fenomenal e atípica na Copa Libertadores. Embora tenha ficado em 5º no Campeonato Brasileiro, há dúvidas de que é o melhor time do Brasil? Alguns diferenciais gritantes para este time: confiança no treinador, consciência tática, espírito coletivo, manutenção do elenco e noção do tamanho que é o time.

    A “invasão corintiana” no Japão talvez tenha sido a maior de um time sul-americano e tenho certeza de que foi um diferencial. Time europeu jogando atrás do placar em “campo adversário” demora para se reencontrar.

    Essa conquista para o futebol mundial. Apesar de ter sido campeão europeu eliminando o Barcelona, o futebol apresentado principalmente na semifinal da Champions League não favorecia a beleza deste esporte.

    Comparando com a final do ano passado, em que o Barcelona humilhou o Santos fica claro que o time catalão pratica outro esporte, em outra dimensão e somente quando alguma equipe conta com sorte e pratica o “anti-futebol” pode ter chance de vitória.

    Hoje, o Corinthians é o melhor do mundo do futebol. O mundo ficou loucamente alvinegro. Com justiça.Parabéns, Timão! 

    Tags: Corinthians, mundial, Libertadores, Timão, bando de loucos



    Escrito por Leandro Heringer às 10h51
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    Histórico Profissional

    Olá,

    abaixo segue meu currículo. O contato pode ser feito pelo email lheringer@gmail.com

    Atenciosamente,

    Leandro Peters Heringer

    Formação Acadêmica

     Especialista em “Marketing Político”- (Faculdade Santo Agostinho) 2006.

     Especialista em “Comunicação e Gestão Empresarial” – (PUC-MG) 2004.

     Bacharel em “Comunicação Social - Habilitação Jornalismo” – (PUC-MG) 2002.  Direito- em curso –6º Período PUC-MG

     Inglês Fluente (Brookline Adult Education- MA)

     Espanhol Intermediário

    Principais Qualificações

    Profissional com sólida experiência nas áreas de Comunicação e Marketing Digital, realizando implantação e reestruturação da assessoria de comunicação, elaboração de planejamento, gestão do conteúdo, ações de Endomarketing e reformulação de comunicação e marketing digital, promovendo maior interação da empresa com o cliente e melhor divulgação da marca. Vivência no planejamento, organização e coordenação de eventos, além de meios de comunicação (rádio, TV, mídia impressa).

    Experiência Profissional

     Elaboração de planos de comunicação, alinhados com a política e de acordo com os resultados da empresa, definindo público alvo, mensurando resultados e estabelecendo cronograma de ações.

     Produção e execução de material de comunicação, tais como: jornal mural, releases, matérias para revistas, blogs, além de clipping e newsletter eletrônicos.

     Assessoria de imprensa, contato com jornais, revistas, TVs e sites, desenvolvendo matérias, redação e envio de informações (press-releases), promovendo a divulgação da instituição.

     Planejamento e execução de ações de Endomarketing, trabalhando em conjunto com outras áreas da empresa, promovendo a motivação e o bem estar do funcionário.

     Ações de Marketing, com mailing específico no envio de e-mail e mala direta, dando seqüência às ações estratégicas da empresa.  Comunicação Digital, produzindo e editando informativos eletrônicos e portais, obtendo maior êxito em avaliação institucional.

     Gestão de Conteúdo, através de ferramentas como Google Analytics e Wordpress.

     Atuação com Novas Mídias e redes sociais: Youtube, Flickr, Facebook, Orkut, Twitter, entre outros, direcionando para o resultado esperado pela empresa.

     Implantação e estruturação de assessorias, através de parceria com a direção e colaboradores, conscientizando da importância da assessoria na instituição, obtendo diferenciação dentro da estrutura.

     Responsável por eventos de mobilização social, planejando ações que envolvem a realização de evento: local, estrutura, divulgação, lista de convidados, transporte, alimentação, hospedagem.

     Coordenação de eventos internos, voltados para a divulgação de resultados, cumprimento de metas, datas comemorativas e valorização dos colaboradores.

     Coordenação de Campanhas, desenvolvendo parcerias com municípios, empresas e outras instituições.

    Empresas

    • Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais-----------------------------------2010 a Atual Área de Atuação: Assessoria de Comunicação/Belo Horizonte

    • Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais-----------------------------2008 a 2010 Área de Atuação: Assessoria de Comunicação

    Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais------------------------------------2007 a 2008 Área de Atuação: Assessoria de Comunicação/Gov. Valadares

    • Papalúkim do Brasil --------------------------------------------------------------------------2006 a 2006 Área de Atuação: Redação / Agência de Publicidade

    • SBT-TV Gurupi ---------------------------------------------------------------------------------2004 a 2004 Área de Atuação: Jornalismo

    • Jornal A Notícia- -------------------------------------------------------------------------------2004 a 2004 Área de Atuação: Jornalismo

    • Universidade Unirg- ----------------------------------------------------------------------------2004 a 2004 Área de Atuação: Ensino Superior em Jornalismo

    Cursos

    • Redes Sociais- UNA

    • Planejamento Estratégico- Fumec

    • Photoshop – SENAC-MG

    • Concepção e design de websites - HMTL e CSS básicos -Universidade FUMEC

    • Organização de Eventos e Cerimonial - Universidade Fumec

    • Workshop Web 2.0 - Subsecretaria de Comunicação Social de MG

    • Curso Reforma Ortográfica- Subsecretaria de Comunicação Social de MG

    • III Seminário Mídia e Saúde Pública promovido pela Escola de Saúde Pública

    • 8º Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde (CRICS8)

    • II Seminário de Mobilização Social da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais

    • Metodologia do Ensino Superior - IEC -PUC Minas

    • Conhecimento intermediário de Premiere, Flash, Photoshop, Quark Xpress, Corel Draw e Excel . • Gestão de conteúdo em Wordpress



    Escrito por Leandro Heringer às 19h21
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    Concurso público: realidade ou ilusão?

    O grande número de profissionais que busca estabilidade e bons salários ou oportunidade do primeiro emprego foi batizado de “concurseiro”.

     As greves de servidores estaduais e federais levantam questões sobre a imagem que se tem do serviço e do concurso público. Primeiramente, a aprovação nos concursos é cada vez mais difícil. Cada vez mais concorrentes e com maior qualificação. Se conseguida a aprovação, ser convocado é outra tortura. Até o Ministério Público da União faz concurso para cadastro de reserva com vagas já criadas para o órgão e não convoca os aprovados. Concurso de 2010 que expira este ano não teve nenhum convocado, por exemplo para comunicação em Natal. Foram 25 classificados.

    Se o cidadão conseguir vencer a batalha do concurso e ser chamado, ele pode enfrentar a questão estrutural do serviço público. Não raro, a estrutura física, de recursos humanos e investimento no capital humano são falhas. Neste contexto, a decepção com a realidade encontrada pode ser grande e, muitas vezes, olha-se o tempo destinado ao estudo como perdido. Afinal não se tem experiência nem para preencher no currículo.

    Os concursos nos poderes Legislativo e Judiciário podem apresentar outra realidade e proporcionar maior realização. De toda forma, nota-se que cada vez mais é preciso ação do Poder Judiciário para o cumprimento da convocação dos aprovados. Realidade ou ilusão? Acaba dependendo de um fator extra: a sorte.

    Concorda? Conhece alguém nesta situação?

     Tags: concurso, MPU, cadastro de reserva, Executivo, Legislativo, Judiciário, concurseiro



    Escrito por Leandro Heringer às 13h17
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    Olimpíadas e o empresariado brasileiro

    É interessante vermos as críticas a atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos. São tachados de fracassados se não conquistam o ouro. Quanto mais longe chegam maior a responsabilidade. Ser prata é ser o “primeiro dos derrotados”.

    Percebo o atleta brasileiro como herói. Nosso contexto social não favorece – via de regra- que jovens realmente pensem e programem suas carreiras como esportistas. O primeiro patrocínio – quando possível- é o “paitrocínio”. Dependendo da modalidade, pode-se ter chance de desenvolvimento em clubes estruturados como o Minas, em Belo Horizonte, o Pinheiros, em São, entre outros.

    Nota-se que o patrocínio tanto de atletas de ponta quanto de modalidades como basquete, vôlei, atletismo e natação são feitos por empresas públicas. E o empresariado? O marketing esportivo é visto como patrocínio de camisa de futebol por grande maioria. Não se vê o empresariado brasileiro investindo nem nos atletas nem nas modalidades e muito menos em estrutura esportiva. Tanto a Copa quanto as Olimpíadas são pagas com dinheiro público ou de empresas transnacionais. Cotas de patrocínio da Copa de 2014 para empresas brasileiras ainda não foram vendidas.

    Os motivos deste desinteresse e desta inércia devem ser debatidos. Monopólio de transmissão e a omissão do nome de empresas nas narrações esportivas podem desestimular, mas qual a razão histórica desta atitude? Este sim, é o grande fracasso do esporte nacional. A falta de incentivo e investimento de empresas nacionais no potencial esportivo brasileiro. Emocionante o depoimento de Paulo Roberto de Paula, oitavo colocado na maratona.



    Escrito por Leandro Heringer às 10h16
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    Volta, Felipão!

    O período de Mano Menezes na seleção brasileira está chegando ao fim. Menos pela prata nas Olimpíadas de Londres e mais pelo conjunto da obra. Afinal, o resultado da seleção olímpica de futebol masculino foi o melhor desde 1988.Se seleções fortes saíram antes, é apenas comprovação da incompetência alheia ou do nivelamento do campeonato.

     

    Preocupante é a fato de não se ter nem resultado relevante  nem uma seleção com alguma expectativa de sucesso. Sem padrão de jogo nem jogadores que realmente ensejem confiança na torcida. Neymar é claramente um jogador mediano no padrão mundial. Não conseguirá ter a responsabilidade de ser, como diria Romário, “o cara”.

    Dois nomes são fortes e passam na cabeça de todos que gostam de futebol. Muricy e Felipão. O primeiro ganhou quase tudo por clubes nos últimos anos, além de realizar excelentes trabalhos. Foi o primeiro nome para substituir Dunga. Recusou e, para mim, deixou a oportunidade passar. Hoje, Felipão tem vantagem nesta disputa. Não renovará seu contrato com o Palmeiras, foi campeão mundial em 2002, vice europeu com Portugal, conhece a pressão de ser técnico da seleção brasileira e de disputar torneio importante no país anfitrião.

    Outro diferencial de Felipão é o fato de os jovens brasileiros poderem ter um campeão mundial que comandou ídolos de vários dos atletas. Ronaldo, Roberto Carlos, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Cristiano Ronaldo, entre outros, foram comandados por Felipão.

    No atual contexto, o melhor nome para a “seleção canarinho” é o velho conhecido e vencedor Luiz Felipe Scolari. O que acha?



    Escrito por Leandro Heringer às 18h45
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    Aranha no sanduíche

    Antes da chamada "Luta do Século", realizada no último dia 7 de julho, entre Anderson “Spider” Silva e Chael Sonnen pelo UFC 147, em Las Vegas, externei minha preocupação com a preparação de Anderson Silva. O motivo foi o fato de o lutador brasileiro estar constantemente em evidência em programas televisivos e comerciais.

    O lutador mostrou que o fator comercial não interferiu na preparação. A consciência de que o investimento  feito por empresas em patrocínios deriva dos resultados foi exemplar. Não raro é perceptível que atletas passam a focar a busca por patrocínios e se esquecem de sua real profissão: desportista. Beckham é um exemplo bem sucedido de equilíbrio entre o marketing e o resultado em campo. Cristiano Ronaldo é outro bom exemplo, enquanto outros, como Robinho e até mesmo Ronaldo tiveram posturas controversas.

    O rival Chael Sonnen tem muito mérito na promoção da luta que atingiu índices de audiência, pay-per-view e acessos online impressionantes. Contudo, depois de sua vitória, Anderson não se conteve e provocou o adversário o chamando para um churrasco. A atitude serviu para vídeo promocional do Burger King que você pode acessar aqui. Marketing esportivo ainda engatinha no Brasil e no próximo post vou abordar o investimento privado no esporte e no marketing esportivo.

    Tags:UFC, Anderson Silva, Chael Sonnen, Burger King, marketing, Spider, Beckham, Ronaldo, Spider

     



    Escrito por Leandro Heringer às 23h12
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    Ollimpíadas: hora de mudar de canal

    A indústria automobilística tem casos interessantes de campanhas publicitárias. A Fiat com "É hora de rever seus conceitos" foi um marco ao abordar tabus. No fim, o objetivo era rever os conceitos sobre a própria indústria e a montadora. Agora, a Renault lança vídeo com a mensagem "mudar de direção" utilizando humor para alfinetar concorrentes e promover a própria marca.

    Nesta semana (quinta-feira começa o futebol e sexta é a abertura oficial) começam os Jogos Olímpicos. A possibilidade de assistir em alta definição (HD) é realmente um marco. Contudo, mais interessante será o comportamento do brasileiro ao ter a oportunidade de ver um mega evento transmitido pela Rede Record. 

    Acostumado a assistir a competições esportivas pela Rede Globo o telespectador tem a chance de verificar se a Rede Record apresentará mais do mesmo ou inovará de alguma forma. A competição em todos os setores é extremamente importante. Favorece a criatividade, o mercado profissional e tende a aprimorar a qualidade. Já ouvi muitas vezes que era preciso ter concorrência com a Rede Globo. É uma ótima oportunidade e um grande desafio. 

    O hábito favorecerá a emissora do "Plim Plim" ou a novidade reforçará a imagem da emissora paulista em termos de qualidade e de opção de informação e entretenimento? A resposta está nas mãos de cada um, ou melhor, no controle remoto. É hora de mudar de canal!

    Tags: Rede Record, Rede Globo, Olimpíadas, Jogos Olímpicos, Londres 2012, esporte



    Escrito por Leandro Heringer às 16h45
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