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Unanimidade burra
Uma das frases mais conhecidas de Nélson Rodrigues é que "Toda unanimidade é burra". No mesmo mês em que o Supremo Tribunal Federal (STF) teve postura e decisão históricas e progressistas quanto a descriminalização do aborto de anencéfalos (que não foi unânime), de forma conjunta os ministros determinam a legalidade das reacionárias e discriminatórias cotas raciais. Cotas raciais são usadas, geralmente, para garantir direitos a minorias. Neste sentido, no Brasil, se utilizadas poderiam contemplar o indígena e até o estrangeiro para fomentar a multiplicidade de visões no meio acadêmico. Com intuito de promover acesso às universidades, gera distorções perigosas e carrega um preconceito e um potencial criador de ações discriminatórias. Caso tenha um escopo inclusivo, a cota deve ser social. O branco pobre e com acesso à problemática educação pública fundamental e média deve ter o mesmo direito do negro nas mesmas condições. Favorecer uma parte da população seria afirmar que para ter acesso ela precisa ser ajudada devido a uma suposta inferioridade. Isso sim é preconceito. O potencial discriminatório que essa atitude carrega começa no próprio meio social. Dois vizinhos possuem a mesma estrutura escolar e cultural. Um entra para a universidade e o outro com a mesma nota não entra. Pode gerar desconforto e descontentamento sociais. Políticas inclusivas como Prouni, entre outras, devem ser estimuladas, mas respeitando que "todos são iguais perante a lei". Querer copiar políticas estrangeiras fora do contexto ou realizar ação populista em ano eleitoral pode desvirtuar o objetivo de "tratar desigualmente os desiguais". A desigualdade não está na "raça", mas no acesso ao bom ensino. O melhor é estruturar a educação no país, já que a inclusão social está sendo feita e os propalados numeros do Governo Federal comprovam isso. O próprio conceito de raça é discriminatório e o século XX mostrou claramente o perigo dele. Em um país miscigenado como o Brasil ter critérios para definri objetivamente raça de alguém é quase tão fantástico quanto a crença de adulto em Papai Noel. O STF, mais uma vez, assumiu o papel de legislador. Dessa vez, todavia, agiu como na maioria das vezes, ou seja, de forma equivocada e retrógada. Mais temas importantes chegarão à suprema corte brasileira. Esperemos que haja ao menos uma voz, um fio de esperança para que a unanimidde não seja supremamente burra. Conheça os votos dos ministros Tags:STF, Supremo, Tribunal, Cotas, Universidades, Preconceito, Racismo
Escrito por Leandro Heringer às 06h48
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Barcelona é o número 1. Disparado!
Vendo a semifinal da Champions League Bayern de Munique e Real Madrid cheguei à conclusão de que o Barcelona é o melhor time de futebol do mundo disparadamente. A partida era, para mim, o confronto entre a segunda melhor equipe (Real) e a terceira (Bayern).Trocando a ordem anteriormente pensada, realmente o confronto foi bom, com grandes jogadores, opções táticas. Mas, o futebol apresentado foi de grandes equipes. Nada extraordinário. Chutões para frente, ligações diretas foram comuns. E são corriqueiras no futebol de quase todas as equipes. Exceto o Barcelona. Ver Muller no banco do Bayern e a exibição de Ribéry reforça os motivos pelo fato de o time da Baviera ser tão forte. Mario Gomes é o homem gol, a garantia do bicho do elenco. Robben e Ribéry são artistas, assim como Muller. Schweinsteiger é o termômetro do meio campo. No Real, ver Kaká no banco foi inconcebível. Ainda mais com Cristiano Ronaldo padecendo de outra estrela para tabelar. Arbeloa, Sérgio Ramos e Fábio Coentrão também são artistas. Os 3 Patetas. Assistindo ao confronto, ficou mais clara a diferença entre o Barça e o demais. Para não dizer que não falei de espinhos da equipe catalã, para mim Dani Alves é eterna interrogação. Joga muito, mas a cabeça e as ações fogem ao controle. Assim, como Marcelo no Real. Amanhã, temos outro jogo. Ou será exibição? Tags: Barcelona, Real Madrid, Bayern, Chelsea, Kaká, Cristiano Ronaldo, Ribéry, Champions League
Escrito por Leandro Heringer às 17h55
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Entrevista com Marcos Lula
Entrevista publicada no UOL com Marcos Lula, filho do lendário técnico do Santos que montou o time dos anos 50 e 60. Imperdível. Fala sobre o pai, o Santos, ingratidão, Pelé, entre outros temas. Luis Alonso Perez, o Lula, é o técnico com mais títulos no futebol brasileiro. Em 12 anos, comandando o Santos Futebol Clube, faturou 38 títulos. Morreu muito jovem, aos 50 anos,em 1972. Mas seu filho caçula, Marcos Alonso Perez, (foto) que gosta de ser chamado de Marcos “Lula”, que acompanhou o pai desde criança nas concentrações do Peixe tem muito a falar.Não esconde a mágoa com Pelé, que segundo ele, foi manobrado por terceiros para tirar seu pai do comando técnico do maior time que o Brasil já teve. Sem papas na língua, diz que o Rei do Futebol pressionou a diretoria do Santos duas vezes para evitar a volta do vitorioso treinador. Acusa Anibal Massaíni, diretor do filme “Pelé Eterno”, de usar imagens de seu pai sem autorização e levanta uma dúvida: que o Santos seria a mesma coisa sem o Pelé, mas que o Pelé, não seria a mesma coisa sem o Santos? Terceiro Tempo: O Santos foi ingrato com o Lula? Marcos “Lula”: Gratidão? Sei lá. Ele é um pouco mal lembrado. Clique aqui e ouça a resposta Terceiro Tempo: Mas o Lula , conquistou títulos antes do do Pelé?
Marcos “Lula”: Ele foi bicampeão paulista (1955 e 1956 ) antes do Pelé. Quando o Pelé chegou no time, já era uma máquina. O Santos foi melhor para o Pelé, do que Pelé para o Santos. Isso, eu falo para todo mundo, o Santos seria o Santos sem o Pelé e o Pelé, talvez, não seria o Pelé sem o Santos.Foi um casamento e deu tudo certo. Foi bom para os dois lados.
Clique aqui e ouça a resposta
Terceiro Tempo: Então, o Santos foi ingrato com o Lula, não só nessa gestão, mas em outras também?
Marcos “Lula”: Não. Ingrato é uma palavra forte. Não vou falar que é ingrato. Ele não é tão lembrado como deveria ser. Ele é muito pouco lembrado pelo que ele fez. Ele conquistou 38 títulos em 12 anos. Bicampeão mundial, bicampeão da Libertadores, Pentacampeão brasileiro, octacampeão Paulista. Tem gente que é mais lembrado e fez menos de 10% do que ele fez. Mas não é só o Santos, a Federação (Paulista) e a CBF. Por parte da Imprensa. Tem um pessoal que leva até para o lado da piada, aquele negócio que meu pai jogava as camisas para o alto. É uma ignorância, de quem não sabe a história do Santos e do meu pai. Isso era uma coisa que me chateava. Essa babaquice: “aquele time até eu dirigia”. Pô, quem montou aquele time foi meu pai. E quem dirigiu aquela equipe por 12 anos foi meu pai. Aliás, não aquele time, vários times. Se você pegar o Santos de 1954 a 1966, não foi um time só. Foram vários ataques, muitas defesas e sempre ganhando. É uma tremenda ignorância as pessoas falarem isso. Pessoas falam com o tom jocoso. Mas isso é uma coisa cultural do brasileiro. O brasileiro dá valor ao marqueteiro. Meu pai não era marqueteiro, era humilde, não era egocêntrico, tem treinador aí, que se conquistar 10% do que o meu pai conquistou, vai se achar o rei do mundo.
Clique aqui e ouça a resposta Terceiro Tempo: Qual a principal lembrança que você tem do Santos daquela época? Marcos “Lula”: Eu tenho lembranças das concentrações. Eu vivia nas concentrações. Eu era o mascotinho. Terceiro Tempo: Qual o jogador que você gostava mais? Marcos “Lula”: Todos eram legais. Tinham os mais brincalhões. Mas tinha o Dorval, a gente chamava de Macalé, sempre brincando. Mas eu azucrinava todo mundo. Terceiro Tempo: O Lula tinha grande influência naquele bom ambiente entre os jogadores do Santos? Marcos “Lula”: Meu pai que criou aquilo, ele jogava cartas com o pessoal. Era um cara muito sossegado. Tinha uma capacidade muito grande de conversar com o jogador. Ele se preocupava não só com o atleta, mas com a parte pessoal, do homem. Terceiro Tempo: Qual foi a maior alegria do seu pai no Santos?
Marcos “Lula”: Foram tantas! Me lembro quando ele chegava das excursões. Mas acho que os mundiais. Principalmente o segundo, no Rio (Rio de Janeiro). Ganhou do Milan. Foi o momento que eu o vi mais contente, realizado. Terceiro Tempo: E a maior tristeza? Marcos “Lula”: Foi quando ele saiu do Santos. Terceiro Tempo: O Lula te contou por que saiu do Santos?
Marcos “Lula”: Olha, para te dizer a verdade, até hoje isso é esquisito. O que foi dito pelo presidente Athiê no velório do meu pai, na minha casa, para a minha mãe, foi que Pelé chegou para ele (Athiê ) e disse: - “Ou ele (Lula) ou eu”. [soundcloud url="http://soundcloud.com/terceirotempo/entrevista-terceiro-tempo-pel"] Terceiro Tempo: Seu pai contou sobre alguma briga com o Pelé? Marcos “Lula”: Não teve briga nenhuma. Acho que o Pelé foi usado para poder tirar meu pai de lá (Santos). É uma opinião minha. Isso não é um fato é uma coisa que eu acho. Manobraram ele (Pelé), que na época tinha uma “cabecinha”, né. Terceiro Tempo: Quem manobrou o Pelé?
Marcos “Lula”: Isso aí é uma coisa complicada de falar. Tem que fazer umas duzentas entrevistas. Todo mundo queria ser técnico daquele time. Terceiro Tempo: Depois que o Lula saiu do Santos, o Antoninho (Fernandes) assumiu, ele tem culpa nisso? Não sei, não sei. Não posso afirmar isso. Colocaram alguma coisa na cabeça do Pelé e ele era o “rei da cocada”. E vou te contar uma história aqui, que pouca gente sabe: - Meu pai não foi demitido do Santos. Ele era funcionário contratado pela lei da CLT (Consolidação das Leis de trabalho). Se fosse demitido, teria que receber uma indenização milionária, ai quiseram encostar meu pai, dar um cargo de segunda linha para não despedi-lô e arcar com a indenização. Meu pai, depois de conquistar tudo e ser o Top, em termos de clube e tal abriu mão e pediu demissão. O Santos escapou de pagar uma milionária indenização. Isso é histórico. É fato.
Terceiro Tempo: O Lula saiu muito triste do Santos? Marcos “Lula”: Meu pai saiu do Santos e acabou. Ele saiu do Santos em 1966 e morreu em 1972, aos 50 anos de idade. Terceiro Tempo: Mas ele saiu do Santos e foi dirigir o Corinthians e ajudou a quebrar o tabu?
Marcos “Lula”: Ele ficou chateado e ao mesmo tempo que contente de quebrar o tabu que ele ajudou a construir. A cara dele era um misto de feliz e chateado. Pô, ele adorava o Santos. Rejeitou duzentas mil propostas para trabalhar fora. Terceiro Tempo: E quais são clubes que o convidaram? Marcos “Lula”: A América do Sul inteira convidou ele. Teve o Real Madrid que quis levar, ofereceu dois milhões de dólares por duas temporadas. Mais hotel, carro, escola em português para nós (filhos). Ele não quis ir. Teve um no Peru, ele não quis ir. Dizia para minha mãe que lá (Peru) não tinha telhado e não chovia. Ele sempre inventava uma história. Teve proposta de uns três clubes do México e até do Colo-Colo do Chile. Ele sonhava em voltar para o Santos. Clique aqui e ouça a resposta Terceiro Tempo: Em algum momento, teve perto de voltar para o Santos? Marcos “Lula”:Quando o Vasco Faé, Clayton Bittencourt e Sérgio Oréfice se candidataram a presidência contra o Athiê, em 1971, pela primeira vez teve uma oposição(no Santos) depois de anos e anos. Eles procuraram meu pai e pediram – trabalha para a gente, que depois o levamos de técnico – Pô, aí meu pai ficou que nem louco trabalhando. Eles ganharam (Faé ee Bittencourt) e fiquei sabendo de outra história: - Quando o Pelé soube que meu Pai iria voltar ao Santos, ele barrou. Aí, convidaram o Mauro (Mauro Ramos de Oliveira) . Estávamos assistindo na TV Tupi, a festa da oposição no Parque Balneário (hotel que era a antiga concentração do Santos) e aí falaram que iam anunciar o novo técnico , ele contente , pensava que ia ser ele e anunciaram o Mauro. Pô, ele não falou mais nada. Morreu seis meses depois. E vou te contar outra história: - Esse filme do Pelé, o Pelé Eterno, o tal Massaíni (Aníbal Massaíni, diretor do filme Pelé Eterno/2004) ligou para mim pedindo autorização de imagem e eu não assinei. Ele (Massaini) colocou a imagem dele (Lula) lá e eu entrei com uma ação na justiça. O Juiz indeferiu. Mas aqui (cidade de Santos), todo mundo é baba ovo dele, todo mundo baba ovo para o Pelé. Perdemos a causa. Porque Seu Pelé é o seu Pelé. O Juiz passou por cima da lei. Na sentença disse que não era ofensivo ( O uso da imagem). A questão não era ser ofensivo, a questão era que a gente (família) não queria. É assim, que funciona nesse país. Na hora de fazer o filme Pelé Eterno tinha que colocar a cara do meu pai. Quem levou o Pelé para o Santos foi meu pai. O Valdemar de Brito correu tudo que é time e ninguém quis o cara. Disse que veio direto para o Santos. Papo furado. O cara (Pelé) era uma espiga de milho, um crioulinho magrinho, pesava 30 quilos, pô! Aí, o Valdemar de Brito, disse para meu pai: – Ô Lula, pelo amor de Deus, não posso voltar com esse moleque para Bauru. Aí meu pai deixou ele(Pelé) lá (no Santos) e começou a dar comida para o cara. Ele tava subnutrido. Foi criando, criando, criando e lançou o cara. Clique aqui e ouça a resposta Entrevista Terceiro Tempo – Ninguém queria o Pelé, diz filho de lendário treinador by TerceiroTempo Terceiro Tempo: Seu pai chegou a ter ódio do Pelé? Marcos “Lula”: Meu pai nunca teve ódio de ninguém. Terceiro Tempo: Já chamaram vocês para alguma homenagem ao Lula?
Marcos “Lula”: Chamaram agora. Porque a CBF reconheceu a Taça Brasil como Campeonato Brasileiro. O Pelé, foi no Rio e recebeu cinco medalhas. Meu pai também foi penta. O Luís Álvaro (atual presidente do Santos) me deu uma medalha e eu disse: – Tá faltando quatro, presidente. Terceiro Tempo: O que o Luis Álvaro respondeu? Marcos “Lula”: Deu risada. Meu pai foi pentacampeão brasileiro (61, 62,63,64,65). Só o Pelé ganha cinco? Tags: Santos, Lula, Pelé, Marcos Lula, futebol, futebol brasileiro Fonte:http://blogmiltonneves.bol.uol.com.br/blog/2012/04/12/pele-vetou-lula-por-duas-vezes-diz-filho-do-tecnico/
Escrito por Leandro Heringer às 12h50
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Direito a opção
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a votação hoje (11 de abril) sobre a descriminalização do aborto para bebês anencéfalos. Para os ministros que acompanharam o relator- Marco Aurélio Mello-, a decisão de interromper a gravidez do feto sem cérebro é direito da mulher, que não pode ser oprimida pela possibilidade de punição. A decisão do STF valerá para todos os casos semelhantes e os demais órgãos do poder público serão obrigados a respeitá-la. Por enquanto , cinco ministros votaram a favor da liberação - Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Apenas Ricardo Lewandowski foi contra. No portal UOL (www.uol.com.br), estava a manchete sobre a votação e abaixo o depoimento de uma mãe que interrompeu a gestação e outra que não interrompeu. Ambas defendiam suas ações. Neste espaço estava a beleza do que se quer: o direito a opção. Ora, cabe ao casal gestante a decisão da interrupção ou não da gravidez. Aos que defendem a prática do direito à interrupção há o argumento válido de não impelir sofrimento aos pais, visto que consideram que pela situação de anencefalia não há vida. Aos que defendem a não interrupção existe o direito de gestar a criança, mesmo que não viva ou sobreviva. É um direito que cabe ao casal. Passar pelo belo momento de gestação mesmo que seja para apreciar por pouco tempo o bebê que fizeram. Ora, alguém pode tirar o direito dos pais de gestarem e verem o parto do filho ou filha? A fé na cura e até mesmo a sensação do parto podem consistir em experiência única. Assim sendo, nota-se a veracidade da frase de Shakespeare “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia”. Entre o preto e o branco há milhares de possibilidades e uma das maiores belezas da vida é o direito a opção.
Escrito por Leandro Heringer às 19h28
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Páscoa
Assim como ocorre com o Natal, o comércio tenta absorver o sentido da Páscoa. A morte e a ressurreição de Jesus simbolizam a concretização do plano de Deus para aproximar a humanidade Dele. Jesus, filho de Deus, veio ao mundo, viveu entre nós, foi exemplo, falou a palavra de Deus, resistiu às tentações, mas fez muito mais. A Páscoa é este muito mais. Nem o inferno nem a morte o seguraram. Ele ressucitou e voltou aos seus. Assim sendo, mostrou ser O caminho, A verdade e A vida. Ninguém vai ao Pai senão por ele. Compartilho essa mensagem neste espaço e desejo a todos Feliz Páscoa. Que Deus esteja em nossos lares, guiando-nos, abençoando-nos e ensinando-os como amar a Deus com todo nosso ser e mudar este mundo. Que sejamos sal da Terra e luz do mundo como Jesus é. Ele vive!
Escrito por Leandro Heringer às 16h08
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Humanização e excelência 100% SUS
Visitar um hospital que realizou, segundo livro de registro da maternidade do Centro de Parto Normal, 9370 partos em 2011, com média de 781 partos por mês, apresenta a segunda menor taxa de mortalidade infantil, de acordo com SIM /Sinasc em 2010, entre as instituições públicas em Belo Horizonte com 11,5% e atende um terço dos partos de Belo Horizonte, 233 municípios em Minas Gerais. Essa é a experiência de estar no Hospital Sofia Feldman (HSF).
Segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos em Saúde (CNES), entre 2009 e o primeiro semestre de 2011, o HSF realizou mais de 22 mil partos sendo a maternidade que mais teve partos entre 2009 e abril de 2011 em Minas Gerais e a terceira no país. De acordo com o administrador e diretor técnico, Ivo de Oliveira Lopes, nada disso é possível sozinho. “O trabalho ocorre em rede. O Sistema Único de Saúde (SUS) é uma rede. Não resolvemos nada sozinho, temos que atuar como rede. Nossa própria equipe trabalha de forma integrada e multidisciplinar”. Humanizado, com excelência e 100% SUS. Essas são algumas das principais características da Instituição. “Sempre fomos 100% SUS. A parceria com o poder público municipal, estadual e federal é de grande importância. Exemplo disso é o Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais do SUS-MG (Pro-Hosp) que investem nos hospitais e promovem melhorias para o cidadão”. O superintendente da Regional de Saúde de Belo Horizonte, Paulo de Tarso Auais, reforça o fato de ser possível fazer trabalho diferenciado no SUS. “O trabalho realizado no Sofia é um exemplo. Olhamos o hospital e entendemos que há uma filosofia de humanização e excelência. Mas, há também, uma concepção de fazer saúde pública com qualidade no SUS”. O reconhecimento pelo trabalho no Hospital Sofia Feldman é visível tanto no fato de realizar treinamento para 23 maternidades do Norte e Nordeste brasileiro e profissionais de 15 países da Ásia , África e América quanto no depoimento de usuários e funcionários. Casa da Gestante Zilda ArnsAcolhimento e cuidado à gestante são perceptíveis em todo momento. Em uma casa de muro rosa, em frente ao Hospital, está a Casa da Gestante Zilda Arns, unidade de cuidado vinculada ao Hospital Sofia Feldman destinada ao acolhimento e acompanhamento de gestantes. Em geral, tais mulheres, embora necessitem de atenção em serviços de saúde de maior complexidade, não exigem vigilância tão constante em um ambiente hospitalar. Gestante de 30 semanas, a mãe de Daniel Felipe, Edneia Aparecida Ferreira, moradora do bairro Providência na capital mineira está há 35 dias recebendo cuidados devido a bolsa rompida. “A convivência com outras gestantes é ótima para fazer amizades, uma ajuda a outra. Só tenho a agradecer a toda a equipe da enfermeira a cozinheira”. Enfermeira obstetra na Casa da Gestante há 4 anos, Monick Heringer teve a filha no HSF. “Quis ter minha filha aqui por parto natural. Valorizado o parto natural”. Sobre o trabalho na casa, ela abre sorriso e declara “O trabalho é muito reconfortante, gratificante. O cuidado é tanto do profissional, quanto da mãe. O Sofia é único!”. Casa das SofiasImplantada, no início de junho de 2006, em um espaço vizinho ao Hospital Sofia Feldman, a Casa de Sofias acolhe, orienta e assiste às mulheres com bebês internados na UTI Neonatal do Hospital. Mãe da recém-nascida Emily, Núbia Cristina Marcolino, belo horizontina, moradora do bairro Sagrada Família, está há 4 dias na Casa da Gestante e elogia o espaço e o tratamento recebido. “Tanto eu, quanto minha filha somos bem atendidas e tratadas. O espaço é muito bom”. Moradora do município de Luz, Letícia Damas Freitas, mão de Lucas Gabriel, está há 5 dias na instituição e enfatiza a evolução do filho. “Ele está evoluindo muito bem. O atendimento é muito bom. Eles levam e buscam quando vamos dormir em outro local”. Autor:Leandro Heringer Tags:SUS, maternidade, Belo Horizonte, Sofia Feldman, Pro-Hosp, SRS-BH, SES-MG
Escrito por Leandro Heringer às 23h59
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Jornalismo não-informativo
Um ditado chinês afirma que "Mudar tudo que há é uma forma de manter tudo como está". No contexto da comunicação digital, da era digital, das mídias sociais, da era da informação, enfim da contemporaneidade em todos os eus rótulos, percebo que algumas empresas de comunicação tendem a manter seu pensamento analógico e anacrônico em relação a aspectos jornalísticos.Ignora-se que, cada vez mais, "o meio é a mensagem". Acabo de assistir a uma matéria no "Bom dia, Brasil", da Rede Globo, cujo enfoque, teoricamente, era o de informar o cidadão a respeito do poder das redes sociais como "Serviço de Atendimento ao Consumidor/Cidadão". Contudo, a expressão "rede social" foi falada e repetida, sem citar qual rede social. No caso, o Twitter.Considerando-se que nem todo telespectador saiba o que é rede social e não têm a obrigação de identificar visualmente o site em questão, a matéria foi improdutiva. A reflexão é análoga ao que se passa em transmissões esportivas. Empresas investem dinheiro em busca de divulgação da marca e do relacionamento da imagem institucional ao esporte e não conseguem ser citadas. No vôlei, CIMED/Florianópolis é apenas Florianópolis. A bicampeã de Fórmula 1 Red Bul é chamada de RBR. Quando nega-se informar qual rede social está sendo mostrada, a emissora impossibilita a informação. Ao pensar em não fazer "propaganda gratuita" do Twitter, tira-se o principal motivo da pauta. O telespectador fica sabendo que existe algum site que é mapeado pelas empresas e resolve seus problemas, porém não sabe como acessá-lo. Nos esportes, principalmente na Fórmula 1, o cidadão escolhe um time ou equipe para torcer sem saber seu nome completo.Essa concepção é anacrônica ao jornalismo real e atual. Em síntese, é um jornalismo não-informativo. Tags:Rede Globo, Jornalismo, Twitter, Bom dia Brasil, Rede Social, Era Digital,Fórmula 1, Red Bull
Escrito por Leandro Heringer às 08h55
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SES-MG inaugura Farmácia de Minas em Taquaraçu
Taquaraçu de Minas, a aproximadamente 60 km de Belo Horizonte, possui a mais nova unidade de Farmácia de Minas na região central do Estado. Foi inaugurada na última sexta-feira (18) às 19 horas, à Rua Ezequiel Perdigão 97,centro. A unidade beneficiará a população de cerca de 3.794 cidadãos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O município é limítrofe ao norte com Jaboticatubas, a leste com Nova União, ao sul com Caeté e a oeste com o município de Santa Luzia totalizando uma área equivalente a 329 Km2 de extensão territorial. O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais Dinis Pinheiro enfatizou o compromisso do Governo de Minas com os municípios com menor população. “Como empregado dos mineiros, temos que buscar a felicidade do próximo. É muito gratificante participar desta inauguração. A Farmácia de Minas vem reforçar o compromisso do Governo de Minas com os municípios menores também”. “A unidade recebe do Tesouro Estadual um incentivo de até R$ 90 mil para implantação da unidade farmacêutica, sendo R$ 55 mil para a construção do prédio e R$ 35 mil para a montagem. Além disso, serão repassadas 13 parcelas mensais de R$ 1.200 para complementação salarial do profissional farmacêutico responsável pela unidade”, destaca o superintendente da Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH) Paulo de Tarso Auais, representante do secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais Antônio Jorge Marques no evento. Para o superintendente, a nova unidade possibilita um trabalho “mais humanizado e o tratamento direto com o farmacêutico”. O prefeito de Taquaraçu de Minas enfatizou a importância da parceria com o Estado. “A parceria entre o município e o Estado fortalece a saúde. Hoje, inauguramos a Farmácia de Minas e recebemos as chaves de um automóvel e, em breve, teremos também ambulância, mais três carros e uma moto para a saúde”. A secretária municipal de saúde Marli Conceição Cruz Pinto salientou que a Farmácia de Minas vem solucionar um dos grandes entraves que encontrou. “Não tínhamos profissionais de farmácia, que são de grande importância e não podem ser jogados em uma sala sem condições de trabalho. É uma emoção muito grande receber a Farmácia de Minas com estrutura que facilita a qualidade do atendimento”. De acordo com a farmacêutica responsável pela unidade em Taquaraçu de Minas, Izabela Caroline de Barros Cruz, a estrutura é causa de maior motivação profissional. “Trabalhar em um local com ótima estrutura faz com que tanto a população quanto o profissional se sintam valorizados e, com certeza, contribui grandemente para melhoria da saúde”. A vereadora Flávia de Barros Cruz afirma que a Farmácia de Minas consiste em grande evolução na saúde municipal. “O espaço é maravilhoso. Medicamentos disponibilizados para todos. Essa é uma grande evolução em relação ao que era. Sem o Estado é complicado realizarmos ações deste nível. Farmácia de Minas O Programa Farmácia de Minas garante o acesso da população aos medicamentos, por meio da organização da Assistência Farmacêutica para atenção à saúde, maximizando os recursos financeiros e aprimorando as atividades técnico-gerenciais de forma integrada às demais ações de saúde no SUS/MG. Criada em 2007, a Rede Farmácia de Minas é parte integrante do Programa Farmácia de Minas e tem por objetivo oferecer um espaço humanizado de atendimento aos usuários do SUS, com dispensação gratuita de medicamentos dedicados à atenção primária à saúde. Este trabalho é realizado por profissionais qualificados com a promoção do uso racional dos medicamentos.  
Escrito por Leandro Heringer às 11h17
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Natal - Beleza, gentileza, boa comida e diversão
Ir a Natal significa conhecer uma cidade linda, com ótimos restaurantes, gente educada e receptiva. O “point” de bares e baladas é a área de Ponta Negra. Uma boa sugestão de hospedagem boa e barata é o Soleil.Se o objetivo é comprar passeios e passar o dia nas praias ou dunas, não é necessário hotel com grande estrutura e o Soleil tem localização privilegiada , realtivamente próximo tanto da praia de Ponta Negra quanto dos principais restaurantes. Quem deseja maior conforto e opção de lazer em Ponta Negra pode optar pelo D’Beach Resort, que fica bem perto do Morro do Careca, um dos cartões postais da capital potiguar. Se o passeio for familiar com crianças e o anseio for por estar em hotel estruturado com praia mais privativa. A melhor opção é por hospedagem na Via Costeira. Ótima opção é o Marsol Resort. Estando na Via Costeira, pode-se optar por jantar em bons restaurantes que fazem traslado gratuito como OhFartura! e FarofaD’água. Passeios tradicionais e obrigatórios são Praia de Pipa e Genipabu, onde estão as dunas e o famoso passeio de buggy “com emoção”. Caso a viagem seja rápida, os locais prioritários são esses assim como o restaurante Camarões e a galeria Vilarte, em que se pode comprar lembranças a preços interessantes bem como comer ótima carne de sol com macaxeira ao som de música ao vivo. Menos badalados os destinos de Perobas, Galinhos e São Miguel do Gostoso são recomendados por motivos diversos. O primeiro possibilita conhecer praia linda e realizar mergulho interessante em região mais tranqüila que a famosa Maracajaú. Galinhos fica a aproximadamente 170 quilômetros de Natal.No passeio passa-se por bela fazenda em Punaú. Lá é possível, a 15 reais por pessoa, fazer passeio de quadriciclo em dunas, além de conhecer outra bela praia. Em Galinhos, aprecia-se paisagens interessantes, bonitas e complementareis como dunas de areia, de sal, além de praia. O passeio de buggy é quase obrigatório. Para os curiosos, andar de charrete e conhecer o farol também são interessantes. Restaurantes Como Rio Grande do Norte é o maior produtor de camarão do Brasil, é praticamente inconcebível não apreciar a culinária local baseada neste crustáceo. O restaurante Camarões destaca-se pelos pratos fartos, deliciosos bem como pelo atendimento excelente e rápido. Tanto a unidade tradicional quanto a “Potiguar” são reocmendadas. Sugere-se chegar mais cedo devido ao grande movimento. A melhor carne de sol experimentada foi no Vilarte. Deliciosa com macaxeira. O restaurante OhFartura! é ótima opção para casais. A culinária é diversificada, local bem decorado e o “motorista” do traslado é o proprietário.Atendimento Vip.Prato também fato que comporta 3 pessoas tranquilamente.Preço acessível.Vinho, prato principal e sobremesa ao todo em torno de 100 reais. Farofa D’água também é interessante. Ao contrário do OHFartura!, seus complementos representam, praticamente, pratos próprios. A farofad’água deve ser experimentada. Souvenirs e lembranças Artesanatos e lembranças podem ser adquiridas tanto na Vilarte quanto em praias ou no shopping do artesanato. Há muitas opções interessantes principalmente para mulheres e crianças. Em relação a produtos culinários típicos, como carne de sol e camarão, é interessante buscar locais mais populares. Há promessa de embalagem em normas de empresas aéreas, mas isso não é realmente feito e o valor do insumo é bem maior, como o cobrado pela Casa do Nordeste.É cobrado no aeroporto 28 reais para embalagem a vácuo. História Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte e um portal de entrada de alguns voôs internacionais, principalmente charters esbanja beleza. A cidade foi fundada em 1599, após o término da construção da Fortaleza dos Reis Magos, feita para impedir que os franceses tomassem a região dos portugueses. Entretanto, em 1633, os holandeses dominaram a cidade, que passou a ser chamada se Nova Amsterdã. Após a sua expulsão, em 1654, a cidade foi reedificada. A partir de 1901, com a criação de um Plano Urbanístico da Cidade, Natal começou a se desenvolver e crescer, tornando-se uma das capitais turísticas do Brasil. Serviu como base militar estado-unidense na II Guerra Mundial. O filme “For all” retrata este período histórico da cidade.  
Escrito por Leandro Heringer às 09h21
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Regional de Belo Horizonte capacita servidores contra dengue
A Comissão Permanente de Combate à Dengue (CPCD) da Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH) capacitou nesta terça-feira (27/09) 33 servidores estaduais de diversas instituições, como Copasa, Polícia Militar e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMAD) no combate à dengue. O intuito é que cada órgão público estadual tenha sua CPCD para mobilizar os servidores na guerra contra a dengue. Assim, a SRS-BH incentiva, além da criação das Comissões, a formação de multiplicadores. ”É necessário estarmos em alerta na questão da dengue. A época de chuvas está se aproximando e o sorotipo 4 do vírus já chegou no estado. Assim, necessitamos da participação de todos na luta contra a doença”, enfatiza o superintendente da SRS-BH, Paulo de Tarso Auais. Auxiliar da Assessoria de Comunicação do Batalhão de Policiamento de Trânsito, Cabo Edilene, enumera as possíveis contribuições da instituição. “Temos o desafio de modificar hábitos e isso demanda tempo, mas o Batalhão pode contribuir tanto internamente, quanto em eventos externos, incluindo o tema do combate àdengue”. O Técnico ambiental da Superintendência de Recursos Logísticos e Manutenção da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Eduardo Rodrigues, sugere interface das ações de mobilização com o projeto Ambientação. “A comunicação é fundamental neste processo e vejo que o projeto Ambientação pode ser utilizado, tanto com finalidade econômica, quanto de conscientização do descarte de material, por exemplo”. A encarregada geral da SEMAD, Dalva Mendes, salienta a importância do evento. “Tivemos grande proveito. Não tínhamos conhecimento de muitas coisas, agora seremos multiplicadores de conhecimento e o potencial de multiplicação é grande”. Autor: Leandro Heringer Fonte:www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h09
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Macrocentro discute rede de urgência e emergência
Os municípios da macrorregião centro de Minas Gerais discutiram e pactuaram ontem, 19/09, na sede da Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte a efetivação da rede de urgência e emergência na região.Os objetivos centrais são a redução das mortes e seqüelas evitáveis, através da criação efetiva da rede de urgência e emergência. Com mais de trinta por cento da população do estado, os municípios das regionais de Belo Horizonte, Sete Lagoas e Itabira formataram texto final a ser enviado para Comissão Intergestores Bipartite SUS (CIB SUS) na próxima quarta-feira. “Nós da micro Betim discutimos muito e temos consenso. Estamos formatando acordos e o texto final a ser enviado para a CIB SUS e para o Ministério da Saúde”, declarou a secretária municipal de saúde de Mateus Leme, Maria Emília Rocha. Segundo o coordenador estadual de Urgência e Emergência, Rasível dos Reis, o encontro é para fechar a pactuação da macrocentro. “Estamos discutindo Samu, Upas, tipologia hospitalar, CTI, ortopedia, unidade coronariana e classificação de risco de risco para todas as portas de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma. Para o superintendente da SRS-BH, Paulo de Tarso Auais, a discussão consiste em “oportunidade única de criar, de forma efetiva, a rede de urgência e emergência de toda a macrorregião, o que vai melhorar o atendimento e o tempo de resposta, bem como o desenho da rede hospitalar”. O secretário municipal de saúde de Belo Horizonte, Marcelo Gouvêa, destaca a importância da descentralização. “Metade dos atendimentos realizados em Belo Horizonte são de cidadãos que declaram não morar na cidade. Com a rede de urgência e emergência outros municípios também terão maior resolutividade e o cidadão será beneficiado com atendimento mais próximo de sua residência”, diz. Autor: Leandro Heringer Fonte:www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h08
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SRS-BH promove curso de epidemiologia básica
Termina hoje (15) a primeira etapa do “Curso Teórico-Prático de Epidemiologia Básica” realizado pela Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH), no laboratório de informática na Unidade Geraldo Campos Valadão da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), em Belo Horizonte. O segundo módulo da capacitação ocorrerá entre os dias 27 e 29 de setembro, também na ESP-MG e abordará passos de investigação de surtos, estudos de caso, entre outros temas. O objetivo do curso é a capacitação de técnicos da Vigilância em Saúde dos municípios. O curso foca na melhoria da notificação, da análise dos agravos e das ações em emergência (surtos, epidemias, agravos inusitados), para adoção de medidas oportunas e rapasse de informações pertinentes segundo legislação de doenças de notificação compulsória.
Para o epidemiologista de Betim, Roberto Campos, é necessário a transferência de expertise do Estado para os municípios. “O curso é de aplicação prática imediata e proporciona ampliação de conhecimentos”, diz ele. A enfermeira e supervisora de epidemiologia de Ribeirão das Neves, Viviane Pinheiro, destaca a aplicabilidade do conteúdo da capacitação. “O curso é bem específico. É importante para aplicar conhecimento básico e, certamente, vai melhorar a ação do município”, ressalta. Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SRS-BH, Terezinha Rios, para que o Estado esteja preparado na ocorrência de eventos em saúde pública é preciso, como ponto básico, uma rede de vigilância apta em cada setor do Estado. Isso porque a inexistência de barreiras geopolíticas para fatores de risco e agravo à saúde implica resposta conjunta, rápida e oportuna das três esferas de Governo. Autor:Leandro Heringer Fonte:www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h08
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SRS-BH promove saúde do trabalhador
Referências técnicas municipais em Saúde do Trabalhador dos municípios da Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH) participaram hoje (9) pela manhã da palestra “Identificação e Notificação dos Agravos Relacionados ao Trabalho”, ministrada pelo médico do trabalho do CEREST/Betim Sávio Henrique Teixeira Silveira. Para a referência em saúde do trabalhador da SRS-BH Célia Guerra, a palestra traz conhecimento, “além da possibilidade de troca de experiências e saberes entre os profissionais e do planejamento conjunto de ações”, afirma. Servidora da vigilância em saúde do trabalhador de Contagem, Renata Leão, salienta o intercâmbio de experiências e conhecimentos. “Encontrar referências técnicas de diferentes municípios e realidades, trocar experiências, participar de palestras só contribui para aperfeiçoar a saúde do trabalhador”. Conversar com pessoas comprometidas na construção da saúde do trabalhador no Sistema Único de Saúde (SUS). Assim definiu o encontro o palestrante Sávio Silveira. Para ele, é fundamental inserir a saúde do trabalhador no cotidiano do SUS. “Temos o desafio imenso que os profissionais e gestores entendam a saúde do trabalhador no dia a dia do Sistema. Essa reunião proporciona incutir agentes dessa cultura”, enfatiza. Segundo a referência técnica em saúde bucal de Jaboticatubas, Josiane Maia, as palestras contribuem para construção e fortalecimento da saúde do trabalhador. “Estamos construindo, estruturando a saúde do trabalhador no município. Essas palestras esclarecem dúvidas e trazem coisas novas”. Autor: Leandro Heringer Fonte:www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h07
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Médicos e enfermeiros da Superintendência de Saúde de BH capacitados para o Protocolo de Manchester
A Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH) capacita médicos e enfermeiros para operarem o sistema informatizado TRIUS/Alert/Manchester nos hospitais municipais. A capacitação será realizada por meio de um curso, constituído por 4 aulas/hora. Iniciou-se no dia 29 de agosto e vai até o dia 23 de setembro. Após sua realização, o profissional deverá implantar imediatamente o Sistema de Classificação de Risco/Protocolo de Manchester em seu município. O superintendente da SRS-BH, Paulo de Tarso Auais, enfatizou sua importância para o fortalecimento da rede de saúde em Minas e na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “A Secretaria de Estado de Saúde teve uma visão estratégica ao capacitar médicos e enfermeiros para implantação do Protocolo de Manchester. Isso fortalecerá a rede de atenção à saúde como um todo”, disse. Coordenadora da equipe de enfermagem do Hospital Municipal 25 de Maio de Esmeraldas, Luciene Santos, destaca a importância de informar e conscientizar a população sobre os critérios do Protocolo. “Temos a cultura do atendimento por ordem de chegada. Com o Protocolo, muda-se para prioridade conforme a gravidade clínica. Dos casos que chegam apenas cerca de 5% são realmente para urgência e emergência”, explicou. O enfermeiro triador, Douglas Mourão, enumera as vantagens da implantação do Protocolo: “o Manchester foi testado em vários países e possui fundamentação científica. Através dele, tem-se uma linguagem única e classificação universal em toda a rede de atenção à saúde”. Segundo a enfermeira Marilda Silva Lucas, a atenção primária será um apoio estratégico ao hospital. “O paciente quer resolver o mais rápido possível seu problema e vai ao hospital. Mas muitas vezes isso não é necessário. Ele pode economizar tempo indo primeiro ao PSF”, ressalta. Fernanda Ribeiro, enfermeira, já conhece o funcionamento do protocolo. Ela já trabalhou em instituição que aplicava o Manchester. “É importante porque proporciona respaldo ao profissional e tranqüiliza o paciente em relação ao tempo de espera. É muito ruim não saber quando será atendido”, conta. A capacitação é uma parceria da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco e a Trius e será ministrada na Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH). Autor: Leandro Heringer Fonte:www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h06
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Regional de Saúde de Belo Horizonte promove discussão sobre varicela
Conscientizar as referências municipais da importância de notificar casos de varicela, popularmente chamada de “catapora”, trocar experiências e viabilizar ações frente a surtos e aumento de números de casos esperado nesta época do ano. Esses foram os objetivos da capacitação realizada esta semana, 31/08, pela Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH), através do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, aos 39 municípios de sua jurisdição, além de referências técnicas da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) e referências da Regional de Itabira. A coordenadora estadual de Vigilância Epidemiológica, Regina Coeli, destacou a relevância de discutir a possibilidade de inclusão da vacina no calendário mineiro. “Para conseguirmos a inclusão é necessário que os municípios notifiquem. Assim, podemos preparar documentos respaldados tecnicamente e apresentar ao Secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, e ao governador Antônio Anastasia para, quem sabe, implantarmos a vacina contra varicela pioneiramente no Estado”. Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SRS-BH, Terezinha Rios, é fundamental “conscientizar a população dos cuidados preventivos, informando da sazonalidade desta doença, que tem uma incidência maior no final do inverno e durante a primavera”, afirma. Para a chefe do departamento de Vigilância em Saúde do município de Itabira, Thereza Cristina Oliveira, o evento possibilita a troca de experiências. “Temos a oportunidade de trocar experiência com profissionais que são referências. Assim, podemos atualizar conhecimento para podermos ter, de fato, as notificações”. A doençaA varicela é uma doença infecto-contagiosa, amplamente disseminada, que ocorre normalmente em crianças de 02 a 10 anos, sendo que apenas 5% dos casos ocorrem na idade adulta. Sua transmissão se dá pelo contato direto da saliva ou secreções respiratórias da pessoa infectada ou, por contato com o líquido do interior das vesículas que se formam na pele. Uma vez adquirido o vírus, a pessoa fica imune por toda a vida. Os primeiros sintomas são: febre, mal-estar, dor de cabeça e cansaço. Entre 24 e 48 horas mais tarde, surgem lesões de pele caracterizadas por manchas avermelhadas, que dão lugar a pequenas bolhas ou vesículas cheias de líquido, sobre as quais, posteriormente, se formarão crostas que provocam muita coceira. A varicela pode evoluir com complicações que podem ser: infecções secundárias das lesões de pele, pneumonia, encefalite, complicações hemorrágicas, hepatite, artrite, síndrome de Reye, infecção invasiva por estreptococo do grupo A e óbito. O tratamento visa basicamente aliviar os sintomas. O importante é evitar a contaminação das lesões por bactérias, o que complica o quadro. Além disso, recomenda-se não coçar as feridas, o que diminui o risco de infecções e a formação de cicatrizes. Autor: Leandro Heringer Fonte: www.saude.mg.gov.br
Escrito por Leandro Heringer às 09h05
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